5.12.14

depois de aproximadamente 6 meses sem computador, essa semana eu decidi colocá-lo na tomada, apertar o botãozinho e -plin!- ele funcionou. isso foi o que aconteceu:

meu deus! it lives ! IT LIVES!!!!!!! amigos e amigas, meu computador vive!! agora eu posso voltar a fazer todas aquelas coisas incríveis que eu fazia nocomputador emcasa no meu tempo livre, do tipo. err. é.

mas aí eu lembrei de todos os meus textos salvos, e decidi navegar um pouco pelo meu passado, e achei o arquivo de dois blogs meus antigos cujos nomes eram 1) baby you just make me mad 2) não lembro (acho que era girlie so grovie, mas na minha memória nem um pouco caótica dos meus blogs eu podia jurar que girlie so grovie era um blog que eu tive na adolescência, não na jovem vida adulta, então fiquei um pouco confusa).

point being: minha nossa senhora do perpétuo socorro como eu sofria COMO EU SOFRIA. não que  eu sofresse de verdade, mas eu enxergava tantas possibilidades de sofrimento na vida, eu espremia sofrimento do meu jovem corpo universitário, quanta melancolia, quanta dor possível, quantos heart breaks que nunca aconteceram, quanto spleen pós-moderno inútil, çocorr.

at the same time, como eu escrevia. escrevia a valer, escrevia coisas bonitas, escrevia merda, escrevia sobre os hómi tudo, sobre acontecimentos dentro do ônibus, sobre tanta coisa, e tinha gente que me lia, tinha comentários, eu recebia emails de gente querendo me ajudar (porque né, eu sofria tanto).

aí eu achei uma série de textos sobre dois personagens, a anna e o antônio, e preciso dizer: que saudade da anna e do antônio. eles foram meu exercício mais longo e bem sucedido em personagens com nome que seguiam uma certa lógica narrativa, embora a temática dos textos fosse a mesma dos meus textos em primeira pessoa com ~eu líricos~ sem nome.

enfim, vou postar aqui meus textos do antônio e da anna; ainda não sei se posto tudo de uma vez ou se vou colocando aos poquinhos, tudo uma questão de logística pra agradar meus inúmeros leitores, we'll see.

por enquanto, fiquem com esse texto maravilhoso sobre gente que não bebe café, AMEM.

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