5.2.16

nesses tempos quentes e tristes há pouco que se fazer que não agradecer aos universos pela existência do soul




o lee moses eu descobri algum tempo atrás quando da ocasião dessa cena de seriado, cujos gifs animados se encontram abaixo:





e, gente, é assim mesmo que se deve dançar as canções desse disco. e eu só tive a chance de me deliciar com esse disco maravilhoso do lee moses porque vi o trailer da temporada nova de girls. e eu sei que todo mundo já superou girls, mas eu não, eu sigo amando, sigo achando uma série extremamente bem escrita, sigo sentindo que apesar de toda a chatice a lena dunhan saca muito bem sim as particularidades de ser uma mulher jovem numa metrópole atualmente. gosto muito da delicadeza com que certos temas femininos são abordados, ao mesmo tempo da falta de uma visão romantizada da juventude, e ao mesmo tempo das possibilidades narrativas que a série se permite - quer dizer, a shoshanna tá indo pro japão, amigos, quem imaginaria isso lá na primeira temporada.





enfim, aguardo a nova temporada com certa ansiedade e um friozinho na barriga que acho que só girls me causa. ainda vejo muito de mim nas quatro personagens centrais e as acho retratos muito bonitos de gente que existe, de estilos de vida, de mulheres que são produtos da nossa sociedade louca e que são complexas o suficiente pra não se bastarem nos seus arquétipos.

pra quem não quer saber de girls, aconselho pelo menos escutar a música bad girls do lee moses - e lanço o desafio de conseguir não soltar a franga e dançar como a jessa. 


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