14.3.18

diário de dates e crises existenciais

1.
caso alguém por aí lembre de L., rapaz em cuja cama eu chorei pelada após o sexo, bom, depois de sairmos algumas vezes eu dei uma afastada. mas continuei conversando pelo whatsapp e etc. hoje ele me manda uma mensagem:
"mel, cê me botou pra fora da sua vida. nem amigo amante... haha"
affffff. quantas vezes ele me chamou pra sair nos últimos tempos? zero. quantas vezes perguntou sobre minha vida? zero. chegou fazendo drama de macho sem nem ao menos se interessar pelo porquê de eu não estar saindo. não consigo compreender.

2.
atestado de panaquice, burrice e estupidez: dois anos atrás, 2016, comecei a ficar com um cara. a gente ficou por duas semanas no maior love a ponto de ele dizer que queria casar comigo. e aí de um dia pro outro ele sumiu desapareceu nunca mais me respondeu evaporou da face da terra depois de deixar várias tranqueiras na minha casa afinal o homem queria dividir uma vida comigo, não é mesmo. domingo passado, 2018, ele reapareceu na minha vida. e a gente ficou conversando no whatsapp das 18h à meia noite. e segunda ele veio em casa e tomamos vinho fumamos beck trepamos loucamente ele dormiu na minha cama. ficou dizendo o tempo todo como era bom dormir de conchinha comigo. e eu tô por um lado muito de boa e feliz porque o sexo é maravilhoso e já sei que não vou cair na cilada de novo. por outro lado a gente se dá tão bem, é um rolê tão gostoso para além do sexo, que eu sei que se eu continuar com essa brincadeira em breve vou me foder novamente por mais que eu saiba que é cilada.

e assim seguimos a vida.

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